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Só para quem vive atormentado pelo pânico, sabe da vitória em apenas sentar num banco de praça.

12 de abr. de 2022
1 min de leitura

Parece ser algo simples sentar-se num banco de praça, apenas vislumbrar o horizonte, respirar um ar puro de forma tranquila e apenas se dar o direito de relaxar, mas, para quem sofre de crises de pânico esse simples ato pode significar uma verdadeira odisséia, uma ação de grandes proporções e extremamente desafiador. E tão difícil quanto sair do seu lar, que pode representar tanto um abrigo mas também uma prisão, é lidar com a banalização dada por outros, que não sentem e não compreendem esse medo e rotulam a reação como "desproporcional", desnecessária e muitas vezes infantil. Quem sofre de pânico não quer ser o "estraga festas" que vai embora exatamente no momento em que acabou de chegar. É alguém que tenta superar as próprias limitações e às vezes tenta participar da vida social, assim como um dia fez de forma tranquila e sossegada. O pânico tem tratamento e deve ser buscado. Mas tantos sofrem e supõem tantas coisas até ter o diagnóstico fechado: ataque cardíaco, sensação de enlouquecer e quase sempre sentir que vai morrer. Busque profissionais de saúde mental qualificados, se dê o direito a esse cuidado, e em breve, assim como o senhor da foto acima, você também poderá voltar a sentir de forma tranquila, a paz e o sossego de vislumbrar um horizonte em segurança.


 
 
 

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